Quando Realizar Gastrostomia?

A alimentação é frequentemente obtida mediante introdução de sondas por via nasal ou oral, para aqueles que tem doenças ou impedimentos para realiza-la por via oral. Habitualmente, esses procedimentos são indicados para descompressão do trato digestório e ou suporte alimentar por períodos que não excedem um mês. Diante do prolongamento da necessidade do uso das sondas no estômago para alimentar preconiza-se a realização da gastrostomia.O uso prolongado da sonda pode levar feridas no esôfago e estômago , a pneumonias aspirativas, refluxo ácido e estenose do esôfago.

O que é Gastrostomia Endoscopica?

Atualmente, a gastrostomia endoscópica percutânea (GEP) é o método de escolha para nutrição enteral prolongada. É feita por Endoscopia, sem cortes e sem anestesia geral. Por ser a técnica menos invasiva, com maior facilidade de execução, maior tolerabilidade, menos complicações, fácil manuseamento e com maior conforto para pacientes e cuidadores, tornou-se a técnica de eleição para alimentação em pacientes que tem indicação do procedimento.

Uso do Boton ou Botão

Nos casos selecionados, a sonda com balão é substituída por botão que apresenta como vantagens o facto de ser mais estético, prático e menos incómodo ,exigindo no entanto, um manuseamento e higiene mais cuidadoso. Os botões ou sondas são substituídos de 6 em 6 meses ou quando danificados .

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    Indicações da Gastrostomia Endoscopica

    Acidente vascular encefálico
    Doença do neurônio motor
    Esclerose múltipla
    Doença de Parkinson
    Paralisia Cerebral
    Doenças demenciais
    Traumatismo crânio encefálico
    Pacientes em tratamento intensivo
    Neoplasia de orofaringe
    Neoplasia de esôfago
    Queimaduras Fístulas digestivas
    Síndrome do intestino curto

    Complicações

    A taxa de complicações após GEP varia de 8 – 30%, sendo que as principais estão citadas abaixo:
    Perfuração Hemorragia
    Aspiração
    Íleo prolongado
    Infecção do sítio de inserção
    Lesão visceral (Fígado, intestino delgado, colon ou baço)
    Obstrução gástrica
    Erosão do botão de fixação
    Migração do tubo da gastrostomia
    Peritonite localizada ou generalizada
    Vazamento ou infecção periostomia
    Fístula gástrica residual
    Ulceração gástrica ou da pele
    Formação de tecido de granulação periostomia

     

    Goiânia: (62) 3945-1020

    Brasília: (61) 4063-8844

    Tocantins: (63) 3026-0032

     

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